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Padre Egídio viola cautelares e caminha na orla sem avisar a Justiça; GAECO é comunicado

Padre Egídio de Carvalho (Foto: reprodução)

O padre Egídio de Carvalho violou uma medida cautelar e caminhou na Orla de João Pessoa sem avisar à Justiça. O caso aconteceu no dia 21 de junho e a situação foi comunicada ao Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público da Paraíba (MPPB) pelo juiz José Guedes Cavalcanti Neto, da 4ª Vara Criminal.

Como visto pelo VozPB, padre Egídio está sob prisão domiciliar e usando tornozeleira eletrônica. O benefício foi concedido após ele precisar passar por cirurgia. Nessa modelo de prisão, o padre só pode sair de casa com aval da Justiça ou justificando a saída através de atestados, como em uma consulta médica.

Veja abaixo todas as medidas cautelares contra o padre Egídio:

  • Proibição de se ausentar de sua residência em João Pessoa sem autorização prévia durante a prisão domiciliar;
  • Indicar qual endereço ele irá após comunicação à Justiça;
  • Encaminhar comprovante de endereço do local onde ficará em João Pessoa;
  • Não ter contato com pessoas diversas de seus advogados e familiares que moram no mesmo imóvel onde ele ficará;
  • Proibição de acesso, frequência ou contato com servidores de estabelecimentos vinculados a ASA e ao Instituto São José.

Ministra nega suspensão do processo

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, no dia 13 de junho, uma ação movida pela defesa do padre Egídio de Carvalho que pretendia suspender um dos processos que apura o escândalo envolvendo o desvio de recursos milionários do Hospital Padre Zé, em João Pessoa.

Conforme apurou o VozPB, a defesa do Padre Egídio questionava a ação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado, do Ministério da Paraíba (MPPB). De acordo com o recurso, a defesa não conseguiu ter acesso aos dados disponibilizados pelo Ministério Público.

“Assevera que “a defesa diligenciou no sentido de realizar cópia dos arquivos, não obtendo êxito, sendo informado ao juízo tal dificuldade para cópia dos arquivos” (fl. 9, e-doc. 1)”.

Contudo, a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), não acatou o pedido de recurso pleiteado pela defesa do Padre Egídio.

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